quinta-feira, 30 de maio de 2013

Skate: Um pouco de sua história


Por Pietro Inácio.

O skate é um esporte considerado radical que foi inventado no estado da Califórnia (EUA) por volta dos anos de 1960. No começo o skate era mais uma maneira das pessoas surfarem quando a maré estava baixa, por isso ele era chamado sidewalk surf (o surfe no asfalto). No meio da década de 60 surgiram os primeiros campeonatos.
 
Nos anos de 1970 o skate foi revolucionado. Já no começo de 1972 foram inventadas as rodas “uretano” e o skate ficou muito mais leve do que com rodas de porcelana de antes. Além disso, existiram os lendários Z-Boys da equipe Zhephyr em Venice, Califórnia. Eles andavam com seus skates em piscinas vazias praticando os chamados wall rides (que é andar nas paredes). Ainda foi inventado no fim da década a manobra ollie-air uma manobra básica de street style por Alan Gelfand.
Nos anos 80 existiram muitos nomes do skate importantes como Jay Adams, Steve Caballero, Tony Alva, Tom Sims, Stacy Peralta, Christian Hosoi, entre outros, mas dois skatistas foram os maiores destaques: Tony Hawk e Rodney Mullen.

Tony Hawk foi o maior skatista de vertical (um estilo que inclui half pipes, pool Riding e mega ramps) e foi o primeiro a acertar um giro de 720 graus e de 900 graus (até hoje essas manobras são consideradas difíceis.)

Rodney Mullen inventou muitas manobras de streetstyle e freestyle como:  kickflip, heelflip, hardflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollieflip underflip, primo, reemo, varialflip, inward heelflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip e muitas outras.

Ainda nos anos de 1980 o skate se espalhou para várias partes do mundo e virou uma grande febre depois de tantos avanços. Na década de 90 o skate não teve muitos avanços, mas um brasileiro muito famoso na historia do skateboard criou a última grande transformação no skate. Bob Burnquist inventou o Switchstance vertical que é andar com a base trocada em pistas de vert. Andar com a base trocada já era usada no streetstyle, mas não em verticais.


Você tem curiosidades sobre o esporte? E anda de skate?

  

O Unicórnio Atordoado – Parte III (final)


Por Maria Luiza Rosa.

Então, o velho sábio Agostino começou a história tão esperada por eles:

- Muitos anos atrás, Unicórnios e Dunocórnios viviam em harmonia aqui na Terra Encantada.  Eram todos amigos, não existiam brigas entre eles. Porém, o líder dos unis, Billy Uno III era esquizofrênico. E uma de suas crises acabou com toda a alegria e amizade que rodeava a Terra. Em um surto, Billy matou seu melhor amigo, o líder duno, Luks Duno V jogando da cachoeira de caramelo após um piquenique celebrando 15º aniversário de amizade dos dois. Os habitantes, principalmente os dunos, que estavam completamente revoltados com o acontecido expulsaram Billy da Terra Encantada. Isso fez com que unis e dunos entrassem em guerra. Os dunos venceram e todos os unis foram obrigados a deixar suas casas. Porém, o sucessor de Luks, Mike Duno VIII, com pena das pobres criaturas agora sem terra, cedeu a eles uma parte da área da Terra Encantada, que praticamente não era usada, já que era muito grande e quase todos os moradores se concentravam no centro. Assim, foi fundado o Vale dos Unis, vizinho à Terra Encantada dos Dunos.

E, assim como a maioria dos unis, nosso jovem amiguinho aqui é descendente de Billy, e como aconteceu com todos os seus ancestrais, a terrível doença que condenou o povo Uni foi passada como uma maldição também para ele. A propósito, eu sei o seu nome, garoto. – disse Agostino - É Mark Uno, assim como seu pai, não é? Eu o vi crescer, assim como vi você. E essa é a história desse mocinho, senhores policiais. Mas falar disso me trouxe lembranças. E sua mãe, Marquinho? A Lucie? Por onde ela anda?

 - Primeiro: não me chame de Marquinho, por favor. E eu não sei onde ela está. Ela foi viajar há uns 5 anos e nunca voltou. Ela não quer saber de mim. Deve estar fazendo compras com aquele cabelo dela cheio de laquê. – respondeu Mark, com lágrimas nos olhos.
- Verdade? – perguntaram os dunos
- Sim.
- E você está com quantos anos agora, meu filho? – perguntou Agostino
- 16.
- Pobrezinho...
- Venha conosco, nós vamos te ajudar. – disse o Coronel Severino, sendo gentil pela primeira vez na vida.
- Tudo bem... – disse o uni quase chorando.

Parece que os dunos tocaram o coração do pobre Mark. Eles voltaram para o centro da Terra Encantada e foram direto para a Base Policial. De lá, o Uni foi encaminhado diretamente para a melhor psicóloga da cidade, Dra. Luzia Duno. Ele aceitou tudo sem reclamar, pois sabia que era o melhor para ele. Mark chegou no consultório e começou a conversar com a doutora:

- Bom dia, Mark! Meu nome é Luzia e eu vou fazer algumas perguntas pra você, tudo bem?
- Sim, tudo bem. – respondeu ele amigável
- Então, Mark. Como é a sua família?
- Meu pai morreu quando eu tinha uns quatro anos. Ele comeu uma maçã e ficou doente de repente. Então eu “morava” com minha mãe. Mas ela nunca estava em casa, então eu passava a maior parte do tempo sozinho em casa, sem amigos. E cinco anos atrás ela saiu em um cruzeiro pelo mundo e nunca mais deu notícias.
- Nossa! Coitadinho. E como você encara essas coisas que têm acontecido com você ultimamente? Em relação aos seus crimes...
- Eu me arrependo. Eu não queria ter feito nada disso. Mas eu simplesmente perdi o controle, eu queria me vingar dos dunos. Eu sinto como se eu estivesse inconsciente, ou que não era eu. Se eu pudesse voltar no tempo... – o Uni começou a chorar
- Acalme-se, Mark... Está tudo bem. Eu entendo o que quer dizer. Mas se vingar por que exatamente?
- Eu sempre achei que a morte do meu pai pudesse ter sido obra de algum duno por ele ser da polícia do lado do Vale Uni. Não tenho certeza de nada, mas eu sinto isso, entende?
- Sim, querido. Eu entendo. E você acha que se a sua mãe tivesse estado mais presente na sua vida você não se sentiria assim?
- Sim, eu acho. Eu gostaria que ela tivesse passado mais tempo comigo. Eu nunca tive ninguém.
- Entendo... Bom, nós vamos arrumar um jeito de falar com sua mãe. Enquanto isso nós vamos achar um lugar para você ficar provisoriamente, ok?
- Sim. Erm... Doutora...?
- Sim, querido?
- Muito obrigado. A senhora e todos os outros estão me fazendo muito bem.
- ... De nada, meu filho. – respondeu Luzia emocionada.

 
Mark ficou num quartinho próximo ao consultório da Dra. Luzia por alguns dias. Até que, numa manhã, ele foi acordado pela secretária dela:
- Senhor Mark, temos uma surpresinha para você!
- Surpresa?
- Sim! Me acompanhe, por favor.

Eles desceram pelas escadas de caracol e chegaram novamente ao consultório da doutora Luzia. Mark logo avistou uma figura familiar de costas:
- Ma-mamãe?
- Mark!


E lá estava ela de volta, Lucie, a mãe desnaturada de Mark. Ela vestia roupas de grife, mas de extremo mau gosto, jóias exageradas e realmente, o cabelo dela estava cheio de laquê. Ela estava feliz de ver o filho, embora não demonstrasse isso claramente.

- Como você está grande, meu filho!
- Onde você estava, mãe? Eu fiquei todo esse tempo sozinho. Olha como eu estou agora! Num consultório com uma psicóloga! Não faço ideia de pra onde vão me levar. E você se divertindo pelo mundo! Não tem vergonha de aparecer aqui?
- Mark, eu sei que eu errei. Perdoe-me! Mas você sabe, depois que seu pai morreu eu fiquei desolada. E não tínhamos mais dinheiro. Eu precisei sair para achar um meio de conseguir nos sustentar. E consegui! Ganhei muito dinheiro apostando, jogando em cassinos... Eu ia voltar de qualquer forma antes do fim do mês. Mas agora tudo vai se resolver, meu querido. A mamãe vai te ajudar.
- Como, mãe? Olha a minha situação!
- Calma. Eu tenho amigos que são médicos. Eu vou pôr você numa clínica e você vai ficar bom. E mesmo que você não aceite eu não vou mudar de ideia. Você vai e pronto! É o melhor pra você.
- Ele vai aceitar, minha senhora. – disseram os médicos – Ele está concordando com todos os tratamentos.
- Melhor assim – disse Lucie – E depois, Mark, nós vamos morar juntos de novo! E vai ser muito divertido, filho!
- Promete, mãe?
- Claro que prometo! Eu nunca mais vou te abandonar.
- Tudo bem. Eu vou
 

Todos comemoraram muito. Os crimes de Mark foram perdoados, já que todos reconheceram que ele estava doente e não podia responder por aqueles atos. Ele foi internado numa clínica a estava reagindo ao tratamento super bem. Tinha um comportamento exemplar. Mas um dia...

- Enfermeiros, levem os remédios de Mark Duno do quarto 503. Ele já deve ter tomado a primeira dose do dia. E por favor, depois procurem aquelas duas enfermeiras novatas. Elas sumiram. Devem estar matando tempo. Nosso superior não vai gostar nada de saber disso.
- Sim, senhor.

Depois de alguns minutos, os dois voltaram correndo:

- SENHOR! O PACIENTE NÃO ESTÁ NO QUARTO. AS DUAS ENFERMEIRAS ESTÃO DESARCORDADAS LÁ. ELE FUGIU!
- O QUÊ!?
 

Realmente, Mark havia fugido. E agora estava em alguma ilha bem distante, tomando água de coco e comendo camarões apreciando a vista do oceano. Dificilmente alguém o acharia lá. Mas os dunos não desistiram. E agora os unis estavam aliados a eles. Mas isso não importa agora. O que importa é que Mark conseguiu fugir, e provavelmente para sempre. Ele sempre foi muito esperto. Não é a toa que ele tenha conseguido matar seu pai sem deixar rastros.
 
                                                                                              FIM

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Desigualdade social no mundo

Por Carlos Eduardo Vargas

Se um dia a desigualdade social desaparecesse todos os países que têm povos na miséria, com pouca educação e tantos outros problemas subiriam de nível, aumentando o desenvolvimento, e na minha opinião, diminuindo os problemas com a desigualdade social.

Uma forma de acabar com isso seria as pessoas deixarem de ser gananciosas e os salários dos empregos serem justos para todo tipo de trabalho. Grande parte de tudo isso é fruto da sociedade capitalista que se baseia na individualidade e na desigualdade da distribuição de renda. Todos teriam um jeito próximo de viver e a desigualdade econômica diminuiria! Talvez se os países adotassem o sistema socialista não haveria tantos problemas.

Na minha opinião esse egoísmo todo do ser humano precisa mudar com o tempo. As pessoas, hoje ainda, querem subir na vida, mas nunca pensando no outro. Investindo em projetos contra a desigualdade seria uma boa ideia pois as pessoas iriam enxergar o lado dos pobres. 

                           Uns com muito e outros sem nada...

Você sabe o que é Deep web?

Por Lucas Mattos.
Deep Web trata-se de um espaço virtual totalmente diferente da internet que acessamos. É um local “escuro” da internet onde tudo que é apreendido de ilegal nos sites são lá armazenados. Ao contrário de excluídas essas informações são guardadas entre outros motivos como provas de crime.
 
Pode-se encontrar muita coisa lá, casos que você deve já ter, com certeza, ouvido (principalmente se for daquelas pessoas “viciadinhas” na internet) como pedofilia, armações de hackers, etc. Lá você só encontra o que não deve. Deep web é um lugar negro da internet e que apesar de não poder ser acessado muitos entram. É extremamente perigoso, mas muitas pessoas se arriscam.  Para acessar esses sites você deve ser do FBI ou ter o proxy onde você mesmo pode entrar, mas neste caso você pode ser preso.
 
 
Como podemos ver na imagem ilustrativa do iceberg no topo estão alguns exemplos de sites que podem ser acessados livremente e abaixo d’agua os que não podem ser acessados – os considerados Deep web.
 
Você pode estar achando uma loucura tudo isso, mas é realidade! Muitos que acessam estes sites camuflam o ip do seu computador e o fazem como se fossem outra pessoa. Desta maneira não é registrado a localização dos usuários que acessam.
 
Deepnet, Web Invisivel Undernet ou Web Oculta são outros nomes dados a esse mundo virtual, mas o verdadeiro mesmo é este Deep Web.
 
Estes conhecimentos sobre esse assunto curioso obtive com a convivência na internet, com amigos virtuais e também com meu pai que me faz saber muita coisa de computador já que ele é programador (os conhecimentos dele me facilitam para fazer qualquer coisa na internet já que um programador tem que saber muito de computador).
 
Referencia das informações e imagem:  http://1.bp.blogspot.com/-umQRLQ4vqzA/UPhQhY5NCOI/AAAAAAAAAG0/AUxen-xM2b4/s1600/deepweb343.jpg  acesso em 21.mai.2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Síndrome de Capgras


Por Daniele Dias.

A escolha desse tema veio a partir da curiosidade em assuntos não muito conhecidos, mas que são importantes. Procurando “assuntos desconhecidos” na internet encontrei sobre essa doença que eu não fazia ideia da existência. Ela me chamou bastante atenção, mas agora, chega de “papo” e leia o restante desse texto para ter mais conhecimento sobre este assunto.

A síndrome de Capgras, também é conhecida como erro de identificação ilusória. As pessoas que apresentam ter a síndrome acham que seus familiares, animais ou qualquer outra pessoa, foram substituídos por impostores, ou seja, pessoa que estão se passando por seu conhecido para algum mal.

Síndrome de Capgras costumava era considerada muito rara, mas agora que os médicos estão lidando mais com o caso, e percebendo que ela não é tão incomum assim.  Capgras foi descrita pela primeira vez por dois médicos franceses, Joseph Capgras, - de quem a síndrome recebeu o nome - e Jean Reboul-Lachaux.

Pesquisando mais sobre o assunto encontrei no site “wikipédia”  o exemplo de uma senhora que descobriu portar a doença de Capgras: “A senhora D., dona de casa, casada, 74 anos, recém-saída de sua primeira entrada psiquiátrica em um hospital local, apresentou-se a nós para uma segunda opinião. Na época de sua admissão, ela recebeu o diagnóstico de uma psicose incomum devido à sua crença de que seu marido fora substituído por um outro homem. Ela se recusou a dormir com o impostor, trancou seu quarto e porta à noite, pediu uma arma ao seu filho e lutou contra a polícia que tentou hospitalizá-la. Por vezes ela acreditava que seu marido era seu pai, há muito falecido. Ela reconhecia outros membros da família e confundia apenas seu marido".

Não existe uma cura para a síndrome, mas existem tratamentos através de sessões com psicólogo/psiquiatra e/ou ter consultas com especialistas.

REFERENCIA:


O Unicórnio Atordoado – Parte II


Por Maria Luiza Rosa

O Uni tentou correr de um lado para o outro, mas não adiantava: ele estava mesmo cercado pela polícia. A única saída que ele viu foi tentar comover os policiais:

- Por favor, não me prendam! - *snif – Eu só queria ser reconhecido e respeitado por todos...
- Droga! Não posso chorar, não posso! – policial 1
- Oooh, não fique assim, pobre uni! Nós sabemos sobre a sua história...não precisa mais chorar, querido! – policial 2
- Não vou chorar, não vou chorar! – policial 1

Os três estavam quase se afogando em lágrimas (no caso do uni, falsas lágrimas) quando ouviram uma voz grave ecoando pelo vale:

- SEUS RATOS IMUNDOS!!

Eles se viraram e se depararam com o General Severino, o duno mais severo da Terra Encantada. Lá estava ele com sua cauda lustrosa, seus distintivos da dignidade policial e o seu raio da dor, disponível apenas para ele.

- EM FILA AGORA
- Sim senhor – disseram os três assustados
- Então quer dizer que dois “policiais” da Força Policial da Terra Encantada não passam de frouxos que não conseguem nem capturar um criminoso que já está praticamente nas mãos da justiça? Dois indivíduos que deveriam ser o reflexo da bravura e confiança? – disse o general
- M-Mas General Severino, ele parecia ter se arrepe...
-CALEM A BOCA, SEUS PORCOS IMUNDOS!  NÃO ME INTERESSA QUE ELE TENHA OU NÃO SE ARREPENDIDO! ELE É UM CRIMINOSO! UM MANÍACO! VOCÊS NÃO VÊEM A CARA DE LOUCO DELE?
-Erm... Desculpe senhor, mas ele não tem cara de louco. Tem cara de um unicórnio fofo.
- Hunf... Vocês dizem isso porque não conhecem a história desse desgraçado!
-QUE HISTÓRIA? – disseram eles, inclusive o Uni.

Quando disseram isso, novamente uma voz foi ouvida ao fundo do bosque.

- Muitos anos atrás...

-Hã? – disseram os policiais
- Ai, não! – disse o Uni
- Haha! Quem eu estava esperando!

- OH! O VELHO SÁBIO AGOSTINO!
- Olá, meus filhos...

Ali estava o Sábio Agostino, o grande ancião da Terra Encantada, aquele que conhecia toda a verdade.

- AJUDEM O SENHOR, SEUS VERMES!
- Cla-Claro, General! Olá, senhor!
-Bom dia, meus queridos!
- Então o senhor veio mesmo, não é? – disse o General
- Mas é claro, meu filho! Eu nunca desapontaria um profissional tão importante e destemido como o General Severino.
- Ah! Não exagere que eu fico sem jeito! É bondade sua. Sente-se ali.
- Haha! Obrigado, meu filho!

Eles todos se sentaram em troncos dispostos em um círculo ao redor de uma fogueira, numa parte da floresta. E começaram a assar marshmallows. O Uni, mesmo livre pra tentar fugir, não fez isso, pois sabia que não tinha chance e também, embora não quisesse admitir, estava uma noite muito agradável naquele dia e ele estava gostando da companhia dos dunos. Queria ouvir a história.

Tráfico de pessoas!


Por Franciely Martendal

As pessoas que assistem a novela “Salve Jorge”, de Glória Perez, e veem o caso do tráfico de pessoas, já se perguntaram alguma vez, como é ser traficada?  Você já imaginou como seria sua reação se você ou alguém de sua família fosse?

Pois bem, isso não acontece só em novela, e sim na vida real. Existem muitos casos desse gênero. Vamos saber mais um pouquinho sobre esse assunto?

Este tipo de tráfico é cometido principalmente por ser um negócio lucrativo.
Segundo informações do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime (UNODC), apenas o tráfico de internacional de mulheres e crianças movimenta, anualmente, de US$ 7 bilhões a US$ 9 bilhões, perdendo em lucratividade somente para o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
 
A pessoa que foi traficada pode ser explorada ou até mesmo agredida por não aceitar a proposta dos traficantes. Elas sofrem escondidas sem poder contar a ninguém, pois podem correr o risco de morrer ou até mesmo perder seus familiares. Quando engravidam elas são obrigadas muitas vezes a cometer abortos. Muitos familiares dessas pessoas que foram traficadas não recebem muitas informações, ou se recebem são enganadas para acreditarem que está tudo bem. Enquanto isso as traficadas sofrem muito nas mãos desses bandidos que as usam para ganhar dinheiro.
 
Muitos dos familiares das vítimas não têm ideia do que pode estar se passando com seu filho(a), irmão(ã), tio(a), primo(a). Os aliciadores vão até sua casa, ganham a confiança da vítima e dos familiares dela, e com isso faz com que eles acreditam que é uma proposta boa e aceitam.

Veja o depoimento que a modelo brasileira Monique Menezes, que com um descuido passou por isso ao ser traficada para a Índia.


Existem várias maneiras de não cair nesta armadilha! Ler com atenção o contrato da proposta; evitar tirar cópias de documentos pessoais; não confiar em qualquer pessoa que bata em sua porta, ou que esbarre com você na rua. Cuidado! Tudo pode ser uma cilada!

Não esqueça! Caso desconfie de algo, DENUNCIE! Disque 181! Isto é crime!

Referência: