domingo, 25 de novembro de 2012

Trinta e cinco garotas e uma coroa


por Rhanna,

O livro “A Seleção”, da Kiera Cass, se passa em um país, nomeado de Illéa, onde a população é dividida em castas, sendo que as mais altas são as mais ricas e as mais baixas mais pobres. A primeira é a realeza, enquanto que a cinco, a qual America pertence, são os artistas, sendo que a mais baixa é a sete.

De tempos em tempos ocorre uma seleção de 35 jovens que disputam a chance de se casarem com o príncipe, que decidirá entre as selecionadas qual será a próxima rainha. Todas as adolescentes de 16 e 20 anos podem se inscrever, sendo que de cada região uma será selecionada. De acordo com o tempo que você ficar no concurso, receberá dinheiro, o que interessa a mãe de America Singer e faz com que a convença de se inscrever. Entretanto, a moça não quer se casar com o príncipe, pois está apaixonado por Aspen, seu vizinho de uma casta inferior com quem sua mãe nunca permitiria se casar.

Acontece que ela é selecionada, por isso passa a viver no castelo com outras 34 garotas. O que ela não esperava é que o príncipe na verdade era muito bondoso, que os dois acabariam virando amigos, enfrentariam os ataques de rebeldes contra o reino, a competitividade entre algumas participantes e a amizade entre outras, além de muitas outras surpresas.

O livro acaba se tornando viciante pela sua leitura fácil e pela imensa vontade de saber quem será a nova rainha. Há algumas partes que você provavelmente já sabia que ia ocorrer, porém isso não faz com que o livro deixe de ser surpreendente. Ele não demonstra apenas mais uma história de princesa, mas também os conflitos e as desigualdades sociais. Com certeza, recomendo “A seleção”, é um ótimo livro que vai fazer você ficar muito ansioso para o lançamento do próximo.

Créditos da imagem: 
http://www.skoob.com.br/livro/248922-a-selecao>. Acesso em: 25 nov. 2012.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Desigualdades e Preconceitos...


por Nathália,

Hoje em dia vivemos em um mundo repleto de desigualdades. Quando falamos em desigualdade, logo nos vem à mente a desigualdade social ou a racial, que hoje em dia são as mais comuns e discutidas. Porém a questão das desigualdades não se restringe apenas a estes dois itens, pelo contrário, ela se abrange em alguns outros como: a desigualdade de gênero, religiosa e etária.

Além de existirem tantas desigualdades no mundo, ainda há a questão de preconceito em relação a elas. Cada pessoa envolvida nessas desigualdades sofre de um jeito diferente, sendo julgadas, excluídas de um grupo de pessoas, não tendo a mesma oportunidade que o outro tem, ou até mesmo sendo motivo de piadas e gozações de outros indivíduos.

A desigualdade social trata-se de uma má distribuição financeira, onde muitos têm pouco e poucos têm muito. Enquanto alguns usam roupas de marca e desperdiçam comida, outros queriam apenas uma peça de roupa barata e dariam tudo por esta sobra. Os menos afortunados na maioria das vezes não têm a mesma oportunidade do que os mais ricos, pois eles não têm condições de ter um bom estudo ou então por serem descriminados e por isso não conseguirem empregos. Isto também acontece na desigualdade racial, que é de acordo com a cor da pele, e os benefícios ou prejuízos que esta pode trazer. Muitas vezes as pessoas de pele mais escuras ganham apelidos desagradáveis e humilhantes, não são aceitos em empregos e geralmente sofrem bullying. Porém isto não acontece apenas com os negros, mas também em outras situações como por exemplo, as loiras, que são conhecidas como as mais  “burras”.

 Já a desigualdade de gênero, tem a ver com os sexos feminino e masculino, que acontece quando dizem que as mulheres não são capazes de assumir as tarefas dos homens por ser o “sexo frágil”, que elas não sabem dirigir tão bem quanto eles, e que o lugar delas é na cozinha fazendo comida.

 Também existe a desigualdade religiosa, quando uns são privilegiados ou prejudicados de acordo com a sua religião ou crença. Em muitas religiões os fiéis são alvos de piadas por causa dos seus princípios, e até mesmo discriminadas e excluídas.

E finalmente a desigualdade etária, que tem a ver com a idade da pessoa, e a falta de oportunidades na vida dependendo dela. Muitas empresas não admitem pessoas que já ultrapassaram certa idade, mesmo que esta tenha condições de realizar o trabalho.

Podemos evitar a desigualdade começando por nós mesmos, assim se cada um fizer a sua parte, futuramente não haverá nenhum tipo de descriminação, seja ela social, racial ou qualquer outra. Penso que não há razões para tais preconceitos se todos somos seres humanos e ninguém é melhor do que ninguém.

Referências:
https://skydrive.live.com/redir.aspx?cid=e87db1278c315f70&page=browse&resid=E87DB1278C315F70!320&sc=Documents&authkey=!ACnLWQCP-vU6SOY&Bpub=SDX.SkyDrive&Bsrc=SkyMail

Esse é o meu lugar?


por Maylin,

O lugar onde vivo? Bem... Pode ser descrito em milhões e de palavras, e muitas vezes não há palavras para descrevê-lo. Ele é muito belo e também muito feio, muito calmo e muito agitado, muito rico e muito pobre, muito feliz e muito triste, enfim como eu disse muitas palavras e poucas também, pois o lugar onde vivo é simplesmente um que todos vivem e um exclusivamente meu. Vivo no planeta Terra um lugar que existem seres negros, brancos, amarelos, e outros, animais, plantas, mares, praias, prédios, e casas.

Existem  cerca de sete bilhões de pessoas na Terra, e cada pessoa tem seu próprio lugar, um lugar que passa a maior parte do tempo, mas será que o lugar onde cada um vive é onde cada um gostaria de estar vivendo? Será que as pessoas se perguntam “esse é meu lugar?”.

O mundo é gigante é difícil saber qual o lugar de cada um, tem pessoas que passam a vida inteira se enganando e dizendo “esse lugar é onde eu vivo, ele é lindo, tem uma bela vista,...” mas será que elas querem isso?

Conheci uma pessoa que nasceu em um lugar belo, em minha opinião um dos lugares mais lindos do mundo, Florianópolis, é um lugar que tem muitas praias limpas, clima quente, pouca poluição, muita qualidade de vida, e pessoas educadas e divertidas, enfim, um lugar que muitos dariam tudo para viver, porém esta pessoa não estava muito feliz, porém não sabia. Não conseguia se relacionar direito na escola, tirava notas baixas, estava sentido muita falta de seu pai que mora na Espanha. Porém certo dia isso mudou, ele se mudou com sua mãe para a casa do seu pai que pelo visto morava muito longe de Florianópolis, lá tudo era diferente, língua, cultura, pessoas, foi então que ele descobriu que lá era seu lugar, mesmo sentido falta de algumas coisas, ele viu que tinha achado o lugar e depois de um tempo ele se acostumou às diferenças, aprendeu a falar a língua e se relacionar com as pessoas, e começou a ir bem na escola.

AH...e sua mãe? Ela está ótima, se adaptou muito bem e na verdade se adapta a qual quer lugar, pois existem pessoas que moram dentro de si mesmo e combinam com qualquer lugar do planeta.

Enfim, cada pessoa descreve o lugar onde vive como quiser e depende de você perguntar a si mesmo “Esse é meu lugar?”.
  
Créditos da imagem
 http://culturaesquizofrenica.blogspot.com.br/2010/08/mundo-e-linguagem.html


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Moustache: o significado dessa tendência


por Rhanna,

Você sabia que os bigodinhos que todos usam por achar bonito, na verdade tem um significado? Bom, tudo começou durante uma conversa entre amigos sobre tendências passadas, na Austrália, em 2003. Estes acabaram juntando as palavras Moustache e November, que respectivamente significam bigode e novembro, e criaram a Fundação Movember.

O principal objetivo desta é melhorar a saúde dos homens, conscientizando sobre a importância de exames e arrecadando fundos para pesquisas sobre doenças e tratamentos. Para isso é empregado o símbolo do bigode, os homens que apoiam essa campanha o deixam crescer e as mulheres utilizam em acessórios, roupas e outros objetos.

Atualmente, esse movimento está no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil que tem até uma página no Facebook. É claro que nem todas as pessoas que usam esse bigode apoiam a campanha, apenas o utilizam por gostarem e não por ter um significado. Mas já estamos em novembro e está na hora de utilizar os bigodes, então se ver alguém utilizando algum, que tal falar sobre o movimento?



Referências:
Disponível em: http://www.depoisdosquinze.com/tag/mustache/>. Acesso em: 15 nov. 2012.
Disponível em: http://www.dresslounge.com.br/blog/moustache-mania/>. Acesso em: 15 nov. 2012.
Disponível em: http://chiquedemais.com/2011/11/23/le-mustache/>. Acesso em: 15 nov. 2012.
Imagens retiradas dos sites:
Disponível em: http://www.etceteraecasa.com/2011/11/bigodinho-cool.html>. Acesso em: 18 nov. 2012.
Disponível em: http://www.stealthelook.com.br/2012/07/28/mustache-spikes/>. Acesso em: 18 nov. 2012.

sábado, 17 de novembro de 2012

Santa Catarina



       por Vinícius,     
   
Santa Catarina juntamente com os estados do Rio Grande do Sul e Paraná Formam a região sul do Brasil. Com uma forma triangular seu tamanho e sua população são os menores da região. Tem aproximadamente 95.703,487 quilômetros quadrados com uma população de  6.248.436 (dado de 2012) espalhados em 293 municípios. O estado é banhado pelo oceano Atlântico possui fronteiras com o norte do Rio Grande do Sul com o sul do Paraná e com a parte leste da Argentina.

Santa Catariana  além de ser muito bela é a segunda unidade de federação entre os menores números de analfabetos.Segundo o site do Diário Catarinense o estado tem a segunda menor taxa  com 3,86%, atrás apenas do Distrito federal que tem 3,25% de analfabetos (dados de 2011).

 O relevo apresenta terrenos baixos, enseadas e ilhas no litoral, planaltos a leste e a oeste e depressão no centro. O ponto mais elevado é o morro da Boa Vista, em Urubici com 1.827 metros de altitude.

No estado o clima predominante é o clima temperado com isso a vegetação do estado é variado conforme cada região: parte mais fria predominam as matas das araucárias.

Referências: 
http://www.brasilescola.com/brasil/aspectos-populacao-santa-catarina.htm>
http://www.difusoralaguna.com.br/noticias/santa-catarina-tem-a-segunda-maior-taxa-de-alfabetizacao-do-pais-1956>

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Starters: correndo riscos por uma vida melhor


por Rhanna,

Neste post vou contar um pouco sobre o livro Startes, de Lissa Price. Confesso que ao ver a sinopse não fiquei muito animada para lê-lo, mas acabei ficando "viciada" ao longo da história e já estou super ansiosa para o lançamento do segundo livro. Na capa há uma citação da Kami Garcia que diz: “Fãs de Jogos Vorazes vão adorar”, o que chamou minha atenção por gostar muito dessa série, realmente há semelhanças entre os dois livros e ambos são fantásticos.

O livro conta história de Callie, uma menina que vira órfã após a Guerra dos Esporos, a qual matou todos os adultos entre 20 e 60 anos por não terem sido vacinados. O local onde ela vive passa a ser um caos, os Startes (jovens) não podem trabalhar e, por isso, todos os órfãos vivem fugindo, pegando lixo, roubando, mantendo distância dos Inspetores, arrombando prédios abandonados, sendo julgados pelos Enders (idosos) e tentando sobreviver longe das Instituições.

Acontece que, além de Callie ter que cuidar de si mesma, ela tem que proteger seu irmão mais novo que está doente, Tyler. Por isso, ela acaba assinando um contrato na Prime Destinations, onde em troca de dinheiro os jovens alugam o seu corpo para idosos ricos. Um chip acaba sendo instalado na cabeça desses e os inquilinos (idosos) vivem no corpo dos doadores (jovens), enquanto os mesmos ficam adormecidos. Entretanto, algo estranho ocorre durante o aluguel de Callie e ela acaba descobrindo o plano mirabolante de sua não tão inocente inquilina, Helena.

Achei o final surpreendente, fiquei muito chocada com algumas revelações. O desfecho do livro dá uma ponta de dúvida e uma grande vontade de ler o próximo. Uma das principais morais ensinadas através da história é que devemos dar valor ao que temos, comida, família, saúde, casa... já que há muita gente (não só no livro) que não tem nada disso e devemos aproveitar muito isso, pois nunca se sabe o que pode ocorrer no futuro, por exemplo, pode haver uma guerra de esporos.

Espero que isso tenha despertado a curiosidade de vocês, pois é um livro maravilhoso que vale apena ser lido. Se quiser descobrir mais sobre, há um jogo criado para esse livro, onde devemos encontrar Peter, um jovem que foi sequestrado pelo dono da Prime Destinations. Ele está disponível nessa criativa página: www.startersolivro.com.br. Além disso, foi divulgado um trailer do livro:


Referências:
Imagens retiradas dos sites: . Acesso em: 11 nov. 2012.

http://www.nomundodoslivros.com/2012/08/resenha-starters-de-lissa-price-editora.html>. Acesso em: 11 nov. 2012.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A história de Capricho



 por Rhanna,

A Capricho nem sempre foi a marca que conhecemos hoje. Quando foi criada pelo Victor Civita, em 1952, ela publicava fotonovelas em preto e branco (que inclusive minha avó via) e não era encontrada em roupas, sapatos, esmaltes, livros, sites, materiais escolares e outros, como hoje. 

Após 30 anos de criação, ela passou a tratar de assuntos de moda, beleza e comportamento e seu público era mais voltado para mulheres de 15 a 29 anos.  Em 1985, as capas começam a ter fotos de modelos e as leitoras passam a ser mais as adolescentes. Em 1996, inicia a aparição dos famosos preferidos das meninas nas capas da revista Capricho e ela começa a sair de quinze em quinze dias. 

Atualmente, ela está bem mais moderna e tenta acompanhar os gostos de seu público. Segundo a Abril, editora dessa revista, “são mais de 2,8 milhões de leitoras por edição” e “conta com licenciamentos, mais de 9 milhões de produtos e serviços vendidos por ano”.
As diferenças entre as capas são bem grandes, né? Espero um dia ler uma dessas fotonovelas, devem ser interessantes, assim como os outros produtos dessa marca.


Referências:

http://capricho.abril.com.br/revista/historia.shtml>.Acesso em: 03nov. 2012.
http://www.publiabril.com.br/marcas/capricho/revista/informacoes-gerais>. Acesso em: 04 nov. 2012.

http://www.anosdourados.net.br/revista/fotonovela.htm>. Acesso em: 04nov. 2012.
http://capricho.abril.com.br/revista/taylor-swift-702587.shtml>. Acesso em: 04 nov. 2012.

domingo, 4 de novembro de 2012

Regime de escravidão: Condições de trabalho nas minas de Ouro no século XVIII

por Leo,

Nos séculos XVI /XVII, o grande alicerce econômico do Brasil era a plantação e a venda do açúcar, pois a terra era boa para o plantio. Com isso foram construídos bastante engenhos, e logo foi preciso gente para trabalhar neles.  No começo os índios foram submetidos ao trabalho escravo, porém não conseguiam dar conta do trabalho, pois morriam rápido por terem baixa resistência às doenças quando entravam em contato com os homens brancos, e também haviam poucos índios para o número de engenhos (CALDEIRA, 1999, p.42).


Os senhores donos dos engenhos e a coroa portuguesa decidiram então comprar mão-de-obra escrava para dar conta do trabalho. Os escravos vinham de diferentes regiões da África, e logo que chegavam eram misturados para dificultar o convívio e a fala já que pertenciam a diferentes culturas, e com isso também dificultava a fuga. Os escravos eram trazidos em navios com condições desumanas, muitos morriam no caminho, os que tinham a “sorte” de chegarem vivos até o Brasil eram vendidos. Nesta época os escravos não passavam de uma mercadoria.

A compra de escravos deu certo e os engenhos deram muitos lucros para Portugal, despertando a curiosidade e a “inveja” em muitos países, como a Holanda que resolveu mandar tropas para espionar o funcionamento dos engenhos de açúcar (CALDEIRA, 1999, p.50).

A vinda dos holandeses deu certo. No tempo em que ficaram no Brasil aprenderam a técnica do funcionamento do engenho, resolveram construir engenhos nas Antilhas, onde a terra era fértil, e competir com Portugal na produção de açúcar. Mas a qualidade do açúcar holandês era melhor e o preço era menor, com isso não demorou muito para a Europa começar a comprar o açúcar dos holandeses.

Com o declínio na venda de açúcar, Portugal passou por um momento difícil economicamente, e necessitava de outro meio que novamente lhe desse lucro.

Foi então que no século XVIII descobriu através dos bandeirantes a exploração de minério na região de Minas Gerais, onde havia muitas minas de ouro, com isso Minas Gerais começou a ganhar grande importância para a economia da colônia.

A descoberta do ouro atraiu pessoas de toda colônia e até da Europa, fazendo com que houvesse um rápido povoamento na região, muitas pessoas vieram para Minas Gerais com o sonho de ficar rico da noite pro dia[1].

O ouro era extraído das minas pelos escravos negros que vinham de diferentes regiões da África. Seu trabalho era duro e desumano. A partir de 05h00min da manhã tinham que estar nas minas e ás 20h00min da noite nas senzalas. Quando cansado seus feitores lhe davam o “direito” de descansar. Descanso de escravo era carregar pedras para construir muros das casas e igrejas da antiga Vila Rica.

Os escravos viviam cerca de cinco a oito anos devido as suas condições de trabalho que eram precárias, diariamente muitos morriam por doenças ou por conta dos acidentes que aconteciam nas minas, sendo este o motivo pelo quais muitos escravos morreram.

Era muito comum o escravo ficar cego, devido à baixa luminosidade do sol, as partículas das minas que batiam nos olhos e os desmoronamentos.

Os escravos tinham que retirar determinada quantidade de ouro por dia, caso isso não acontecesse ficavam sem comida e de castigo. Aqueles que alcançassem a quantidade estipulada recebiam uma tigela de comida, os que só conseguiam metade do ouro que seu Senhor pediu, recebiam meia tigela de comida, daí vem à expressão “meia-tigela”.

Os escravos eram vendidos por variados valores, cada escravo tinha seu preço conforme suas qualidades. Um escravo comum valia em torno de 300g de ouro, o negro líder valia 2 kg ou 3 kg de ouro, uma mulata valia 5 kg de ouro.

O negro líder era muito importante para a escavação da mina, pois sabia fazer o arqueamento que garantia o sustento da mina para que ela não desmoronasse, tinha o cuidado de ir tirando a areia e as rochas para que não machucasse a cabeça nem os braços, cavava a mina subindo de forma que a água do lençol freático saía com gravidade, entre outras coisas. Os senhores que não obtinham um negro líder, suas minas desmoronavam, pois eram os únicos que sabiam fazer isso[2] .

Todo ouro retirado das minas era entregue aos senhores, estes tinham que pagar um quinto de tudo que conseguissem para a coroa portuguesa, isso passou acontecer após a criação das casas de fundição, onde todo ouro recolhido deveria ser retido em barra e conter o brasão real. Se alguém fosse pego com ouro sem ser em barra e sem conter o brasão real, a coroa ficava com tudo, e não só com o quinto[3] .

As cobranças de impostos geraram muitas revoltas, entre elas a revolta Felipe dos Santos que era contra as casas de fundições, e a Inconfidência Mineira que visava tornar Minas Gerais independente de Portugal, esta revolta era comandava por Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes, que por conta disso foi esquartejado.
               

Referências:

CALDEIRA. Jorge.  Viagem pela História do Brasil. 2. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. 365 p.
(acessado dia 10 de Agosto de 2012.)
< http://www.youtube.com/watch?v=9S_h6uhHE7E> ( acessado dia 17 de Agosto de 2012.)
  (acessado dia 10 de Agosto de 2012.)



[1] Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me000829.mp4> (10 de Agosto de 2012.)
[2] Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=9S_h6uhHE7E> (17 de Agosto de 2012.)

[3] Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=9S_h6uhHE7E> (17 de Agosto de 2012.)

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O caderno - parte I


por Laura,

Havia acabado de descer do ônibus e estava indo para casa, quando  reparei em um caderno jogado no chão, achei estranho, pois não havia  mais ninguém no ponto e eu podia jurar que o caderno não estava ali  antes.

Fui até lá e o peguei, a capa era preta simples com alguma coisa escrita em outro idioma, talvez coreano ou japonês, enfim não sei.  Abri o caderno procurando o nome de seu proprietário, mas não havia  nome algum. Ao invés de um nome havia escrito em branco e desta vez

em inglês:
"Este caderno pertence a um shinigami , todo nome que for escrito neste caderno tendo em mente da fisionomia do indivíduo, morrerá 40  segundos após sua escrita em decorrência de uma parada cardíaca”. Ri e pensei "que besteira, o pior é que tem gente que acredita nessas  coisas”,  olhei para o caderno novamente, as folhas estavam em branco e  eu bem que precisava de um caderno novo.

"Não vai ter problema levar, eu acho" pensando assim o guardei em minha mochila, logo, logo teria alguma utilidade, pois meu caderno de matemática estava acabando. Mal sabia eu que este caderno não seria usado desta forma.

Dez minutos depois chego em casa, moro no centro de Florianópolis com  meus pais em um apartamento na av.Almirante Lamego, jogo minha mochila em uma cadeira e ligo a televisão e vou para a cozinha preparo um almoço básico com as sobras do dia anterior.

Enquanto como não presto atenção no seriado americano que esta sendo  transmitido, não consigo parar de pensar naquele caderno, seria mesmo verdadeiro? Claro que não, não é possível matar uma pessoa apenas escrevendo seu nome nas páginas brancas de um caderno, além do mais o que é um shinigami?

Não conseguia parar de pensar naquele caderno, "estou sendo idiota",  pensei, "não tem como ser verdade, não tem como". Tentei prestar atenção no seriado, mas era impossível, terminei meu  almoço e lavei a louça, tinha que deixar a casa arrumada para quando  meus pais chegassem pela noite, depois de lavar a louça fui fazer o dever de casa.
Peguei meus livros e meu caderno na mochila, olhei para o caderno preto hesitei por um instante, mas, mesmo assim o peguei, sentei-me e comecei a estudar.

Após duas horas termino de estudar, teria sido mais rápido se eu tivesse conseguido me concentrar, o que estava escrito no caderno estava me perturbando, matar uma pessoa só escrevendo seu nome é impossível...

Ignorei tudo que pensei sobre o assunto, fui até a sala e procurei em algum canal de notícias a transmissão de algum crime, quando encontrei um esperei até a foto do criminoso aparecer.

A transmissão era de um assalto a banco, o criminoso havia feito todos que estavam no banco de reféns, assim que a foto e seu nome foram divulgados, escrevi seu nome e contei os segundos.

39... 40. As pessoas saíram do banco.

“Ele pode ter desistido” pensei, achando que o criminoso ia sair do banco.
Mas isso não aconteceu. A repórter começou a falar, e ela dizia que o criminoso havia morrido, morrido de repente.

- Não é possível. – disse – pode ter sido apenas coincidência...

- Não foi – disse alguém atrás de mim, - k-k-k.

CONTINUA.....

A realidade africana


por Maylin,

Enquanto muitas pessoas no mundo não dão valor às coisas que tem, jogam comida fora e gastam dinheiro em coisas fúteis, existem muitas pessoas que estão passando muita necessidade, precisando daquelas coisas que você tem e não dá nenhum valor.

Um lugar que se pode ver muita pobreza é a África, que tem dificuldades no desenvolvimento social em função da exploração econômica por parte dos colonizadores que se instalaram por vários séculos. É o lugar mais pobre do mundo, 2/3 dos portadores de HIV estão lá, mais que a metade da população é pobre, a fome e a pobreza são tão grandes que cerca de 20 milhões de pessoas falecem ao ano por essas causas, e principalmente crianças. A expectativa de vida da África é muito baixa, a dos homens é entre 34 e 50 anos, e a das mulheres é de 45 a 48 anos.
Fome na Somália

Você poderia viver com menos de um dólar (mais ou menos dois reais) por dia? Na África cerca de 260 milhões vivem com até menos dessa quantia. E possível ver imagens do dia a dia de crianças magras com os ossos aparecendo e se lembrar de que aquela é a realidade deles. Enquanto os países Africanos estão voltados, com suas tribos, para subsistências o mundo se aproveita e explora suas riquezas naturais às quais poderiam ser utilizadas para suprir e desenvolver suas áreas carentes.

O mundo tem que começar a prestar mais atenção nessas pessoas, pois estão passando muita necessidade esta faltando alimentação, educação, moradia para sobreviver, e essa é mais pura realidade de algumas regiões da Áfrical, e muitas pessoas reclamam e nunca passaram por nada parecido a essa realidade. Pare e pense um pouco sobre isso.

Fontes:
http://www.africaurgente.org/principais-problemas-sociais-na-africa-do-sul-quais-sao-fotos-e-video/
http://www.indexmundi.com/pt/africa_do_sul/expectativa_de_vida_no_nascimento.html
http://www.africaurgente.org/pobreza-na-africa-causas-humanas-e-naturais-da-pobreza-e-fome-na-africa/

Créditos das imagens: