sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rock and Roll


Por Maria Eduarda Sirydakis.

Oi gente, tudo bom? Hoje vim escrever sobre um ritmo musical que faz a cabeça de muitos jovens hoje em dia: o Rock and Roll! Ele tem uma longa história, já levou muita gente para as baladas e para a pista de dança! Então, vamos conhecer um pouco dessa história!

O rock se originou nos Estados Unidos, na década de 1950. Uma das características mais importantes desse ritmo são os acompanhamentos de guitarra elétrica, bateria e baixo. As letras são simples, mas o ritmo? Excelente! Sério, (vai por mim que eu entendo do assunto! (risos) Você não consegue tirar as músicas de rock da cabeça depois de ouvi-las! Como nós jovens costumamos dizer: “É massa!”; “É irado!” ou até mesmo “É bizarro!” E por aí vai...

Vamos agora dar uma passada rápida pelo rock and roll ao longo das décadas:

- 1950: Os primeiros passos! Foi quando surgiu o rei do rock, Elvis Presley.

Também se destacaram outros roqueiros, como Chuck Berry e Little Richard.

- 1960: Década muito marcante no cenário do rock! Foi o surgimento dos The Beatles (Em minha opinião, a melhor banda de rock do mundo)! Os quatro “moços” de Liverpool embalaram e deixaram fãs alucinadas, ou melhor, mexem com a gente até os dias de hoje. Não é a toa que existe o fenômeno Beatlemania (mania pelos Beatles).

Também tiveram outras bandas de rock que começaram a fazer sucesso nessa década: The Mamas & The Papas, The Who, Pink Floyd, Rolling Stones e The Doors.

- 1970: Chegada de uma batida mais forte: o heavy metal! Bandas de heavy metal que eu recomendo: Led Zeppelin, Iron Maiden, Black Sabbath, Deep Purple e ACDC.

Outros grandiosos que surgiram nos anos 70: Genesis, Queen, Yes...

- 1980: Um rock misturado! Existe os ritmos dançantes como o de: Talking Heads e The Police. Depois, as letras críticas e protestantes do U2. Sem contar o fenômeno Guns n roses, nem comento dessa banda, de tão boa! (risos)

- 1990: Mais novas misturas que agradam aos roqueiros! Surge o movimento grunge, exemplos: Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden...
Outros destaques dos anos 90: Oasis, Green Day e Supergrass.

Pensaram que o Brasil ficou fora dessa? Estão enganados! Vejam algumas bandas e cantores do cenário do rock brasileiro ao longo dos anos:

- Jovem Guarda (Roberto e Erasmo Carlos);
- Raul Seixas;
- Legião Urbana;
- Titãs;
- Kid Abelha;
- Paralamas do Sucesso;
- Jota Quest;
- Charlie Brown Jr.
- Pato Fu;
- Skank;
- Entre outros.

Marquem aí em suas agendas: 13 de julho Dia Mundial do Rock! Vamos comemorar? (risos!)

Sugiro abaixo, alguns “musicões” de rock. Se você ainda não tem, corre lá e baixa, vale a pena!

- Love me do – The Beatles;
- Another Brick in the wall – Pink Floyd;
- Satisfaction – Rolling Stones;
- Light my fire – The Doors;
- Kashmir – Led Zeppelin;
- Fear of the dark – Iron Maiden;
- Heaven and Hell – Black Sabbath;
- Iron Man – Black Sabbath;
- Smoke on the water – Deep Purple;
- Hells Bells – ACDC;
- I want to break free – Queen;
- Can buy me love – The Beatles;
- Sweet child o mine – Guns n Roses
- Patience – Guns n Roses;
- Wonderwall – Oasis;
- All my love – Led Zeppelin;
- Under Pressure – Queen.

Eu passaria uma tarde inteira sugerindo músicas de rock para vocês, mas como não posso, vou ficando por aqui e espero que tenham gostado! E aí, o que vocês acham de recomendarem mais músicas de rock? É só comentar aí embaixo!
                                                                   Abraço, Duda.

 
Referência:
http://suapesquisa.com.br Acesso em 08.abr.2011.

Crédito das imagens:
- http://grandnet.blogspot.com (Elvis) Acesso em 08.abr.2011.
- http://lonestark.blogspot.com/2010_11_01_archive.html (Led Zeppelin) Acesso em 08.abr.2011.
- http://blog.facsenac.com.br/?tag=oasis (Oasis)  Acesso em 08.abr.2011.

Não gosta de beisebol? Tente dar uma chance entendo as regras deste esporte de pura tática.

Por Igor de A. Régis.


Fiquei pensando como seria meu primeiro texto, e resolvi fazer um que tivesse haver com minha vida. Veio-me a cabeça falar de um esporte que sou fanático, mas que as pessoas pouco conhecem: Beisebol. Muitas vezes eu fico conversando com meus amigos e toco no seguinte assunto:

- Você gosta de beisebol?
- Não!
- Por quê?
- Sei lá, não entendo nada desse esporte.

Meu objetivo, então, é fazer com que essas, e outras pessoas o entendam.
A imagem abaixo ajudará na explicação. Nela temos o nome e a distribuição dos jogadores.


Para começar: as posições. Há nove jogadores rebatendo (incluindo o arremessador) e esses mesmos trabalham na defesa. Obviamente entra um de cada vez na hora de rebater e pra defender ficam três nos cantos do campo (“jardineiros”), três ocupando as 1ª, 2ª e 3ª, um entre a 2ª e a 3ª (interbases), e um vai ficar atrás da última base para receber a bola do arremessador (receptor). A ordem pra ver quem começa e quem termina a rotação de rebatedores é estabelecida pelo técnico.

A partida é disputada em nove entradas (ou innings em inglês) que tem um turno de ataque e defesa. Os visitantes começam rebatendo e quando três atacantes são eliminados (que eu explicarei o como no parágrafo seguinte) acontece o rodízio. Depois que os visitantes eliminam os atacantes do time da casa a entrada acaba.

Na hora de rebater o rebatedor tem de correr para a última base (que se localiza na área que o receptor fica), caso não consiga (que acontece na maioria das vezes) ele fica parado na que estiver alcançado e um novo batedor entra em campo. Quando este “novo” rebatedor entrar o antigo vai tentar roubar outras bases após e se acontecer a rebatida, mas ele ainda corre o risco de ser queimado.

“Como acontece a eliminação?” Quando o corredor não chega à base que está tentando alcançar antes do defensor tocar nela com a bola na mão. Atenção: a bola tem de estar na mão do defensor quando ele tocar na base, se ele quiser fazer a queimada!

Acompanhe no vídeo abaixo uma “Queimada dupla”:
  

Pontuam-se neste jogo quando um dos rebatedores alcança a última base, que é a mesma que ele fica na hora de rebater. Outro modo é se o rebatedor rebater a bola para fora do campo. Dessa forma, ele e os outros jogadores que estiverem em base anotam corridas. Isso é um “home run”.

Acompanhe um “Home run”:


Um rebatedor pode ser eliminado em duas situações: 1) sendo queimado e; 2) quando o arremessador lança três bolas na “zona de Strike” sem que o rebatedor as rebata. “O que é a zona de Strike?” É o espaço entre o joelho e as axilas do homem que vai receber a bola (catcher) numa largura de 48,18 centímetros. Quatro bolas fora da zona ou uma bola que atinge o rebatedor (acredite é mais comum do que parece) colocam o rebatedor na primeira base e caso haja alguém na primeira, esse jogador vai para a segunda. Isso se chama “walk”.

Um “Strike outs”:


O batedor também é eliminado quando: um dos defensores pega a bola batida antes que ela caia no chão e quando um defensor toca o atacante com a bola antes que ele alcance uma base.

Uma defesa:


 De forma geral as regras são essas!

Quem assistiu aos vídeos viu que não é tão fácil assim, mas você pode tentar jogar, ou mesmo assistir aos jogos da maior Liga de beisebol do mundo, “Major League Baseball”. Liga que entre junho e setembro pode receber um brasileiro, Paulo Orlando, que deverá jogar no time do Kansas city Royals. Você pode torcer por esse (apesar de ser um time fraco) ou outros, como o meu, Texas Rangers. E então, qual vai ser?

Espero que apesar do texto longo eu tenha deixando poucas dúvidas sobre este esporte. Qualquer pergunta é só escrever através dos comentários do Blog. Responderei com muito prazer.

Créditos:
www.jewsinbaseball.blogspot.com acesso em 09.abr.2011.
www.ngbbpc.wordpress.com acesso em 09.abr.2011.
www.krqe.com acesso em 09.abr.2011.

sábado, 16 de abril de 2011

Afinal, por que o "preconceito"?


Por Maria Luiza Pires.

Todo mundo, talvez, já esteja cansado de falar sobre o “preconceito”. Acho que todos, alguma vez na vida, já ouviram essa frase: “Diga não ao preconceito” ou “O preconceito não leva a nada”.  E sabe por que essas frases continuam tão presentes dentro da nossa sociedade? Porque o preconceito ainda não teve fim.

Toda essa história de “racismo” e “preconceito” começou lá naquela época que os europeus foram para África e para tantos outros territórios que eles desconheciam. Lá havia pessoas diferentes, de culturas diversas e foi daí que surgiu esse termo tão conhecido hoje, certo? Talvez não. Não foi do contato com os africanos que surgiu o preconceito. Não foi no processo de exploração da Pindorama (nome que os nativos chamavam as terras brasileiras quando da chegada dos portugueses) que isso surgiu. Não sei de quando, mas desde muito tempo há esse “pré-julgamento” entre as pessoas. Classes sociais, etnias, modo de se vestir, modo de falar e tudo mais. Chega até parecer que o ser humano já nasce com isso, pois são poucas as pessoas (talvez até ninguém) que nunca sofreram algum tipo de preconceito ou não mostraram desrespeito ao jeito e a cultura do outro.

Isso é bem errado. Somos diferentes uns dos outros. Ninguém é igual a ninguém e sabemos muito bem disso. Todos têm vontades diferentes, pontos de vista, famílias e modos de vida diferentes. Não devemos, por isso, julgar, nem tem essa de ficar falando mal de todo mundo por conta “disso e daquilo” antes mesmo de conhecer a pessoa! É como falar que não gosta de uma comida sem provar, não é? Além do mais, eu tenho defeitos, você tem defeitos, ele tem defeitos, nós e toda essa conjugação! Não gostar de negros, brancos, amarelos, índios, judeus, católicos e o resto todo não vai trazer absolutamente nada de contribuição a esse mundo. Acho que até ao contrário. Você vai deixar de fazer talvez grandes amizades por causa disso.

E vai aí uma dica: se você não conhece tal pessoa, nunca falou com ela, nunca sequer a cumprimentou, não crie um pré-julgamento falando que ela é “isso e aquilo”. Antes de espalhar “pré-conceitos” para todo mundo, tente ao menos conhecer o(a) sujeito(a). Talvez o conhecendo sua opinião mude. E preconceito em relação à cor de pele já está muito ultrapassada. Já passou aquele tempo que se acreditava que os negros eram uma “raça” diferente e por isso sentavam no fundo do ônibus tratados como “inferiores”.

Cada um com sua roupa, cada um com sua personalidade, cada um com sua vontade, mas sem esquecer: somos todos humanos. Somos todos de uma mesma humanidade!



Crédito da charge:
http://sesperanca.blogspot.com/ acesso em 16.abr.2011.