quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Obrigado... Parte II


Prof. Fernando Leocino [1]

O ato de falar, de se comunicar nunca deve/pode ser problema para um professor.  Nossa profissão depende dele, mas hoje como em tantos dias trabalhando com essas turmas a voz falta, dessa vez não em ter que pedir silêncio para mais uma aula, para mais um aviso aos navegantes, ou um aviso paroquial, mas por outro motivo, a emoção. Tenham a certeza que estou tão feliz quanto vocês, senhores e senhoritas das mentes iluminadas. Sinto-me feliz porque a história, ou melhor as histórias dessas turmas se misturam a minha própria história de professor no CA.

Conhecemos-nos há quase dois anos, quando essas turmas também começavam a se conhecer após as mudanças e misturas ao fim da 6ª. série.  Eles tiveram que se adaptar, aprender a ter novas relações, mas não somente eles, eu também. Eu ainda professor substituto, em início de carreira, não tinha, acreditem, como não temê-los.  

7A - 2010

Na medida em que as aulas passavam iam me conhecendo e eu a eles, mas o mais importante é que no convívio de cada dia eu me reconhecia como professor. Muitos foram os dias de angustias, desafios e enfrentamentos diante dos planos de aula que inventava e reinventada para que significassem o sentido de estudar História. 

Aprendi muito com vocês, seres das mentes iluminadas! Por isso hoje venho agradecer. Agradecer é um ato tão simples, mas dessa singeleza que se reconhece que nunca andamos só. Com vocês me senti efetivamente professor, na medida em que os dias iam passando que me sentia o educador, o articulador, o que apontava caminhos, possibilidades, diversidades. Fizemos ótimas trocas, e hoje tenho dúvidas se mais ensinei ou aprendi. Obrigado... obrigado pelo carinho, pelo respeito, por aceitarem e embarcarem comigo no universo da curiosidade, dos questionamentos, na busca do passado para problematizar nossas vidas no presente.

Espero não ser lembrado apenas como o “prof.” que revirava a lixeira para explicar o que é um fonte histórica, ou aquele que volta e meia inventava algum mirabolante jogo, ou mais um dos tantos desafios de História, que torava a paciência com os comentários interminaveis dos textos do blog, que ora resolvia incorporar figuras como Lutero, Henrique VIII, Calvino, ou ora outra os forçava representar dioulas, escravos da palhota, ou Montesquieu, Rousseau ou Voltaire. Gostaria sim, e espero ter significado tudo isso como meio para a possibilidade de verem o mundo de forma crítica, questionadora, problematizadora e comprometidos com a construção de um mundo melhor.

Não esqueçam senhores e senhoritas do “penso, logo existo!”. Tenham a certeza do mundo de possibilidades de transformação que o futuro os reserva. Sejam felizes... sejam críticos... sejam curiosos... sejam questionadores... e nunca esqueçam que: Cuidado, muito cuidado, tudo que se vê pode não ser... será?

Equipes do Blog - 8A - 2011
 

[1] Mensagem proferida aos estudantes-pesquisadores-iluminados antes da entrega de certificados do Ensino Fundamental, em 21.dez.2011, no Centro de Eventos Guarapuvu/UFSC.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Obrigado... Parte I

Por Luisa Cordova Wandscheer

Oioi Tchurma, como estão? As férias estão boas? Espero que sim, porque as minhas estão um tédio enorme e eu não tenho nada pra fazer. E vocês que pegaram P.F? Estão estudando? Olha, to torcendo muito por vocês ok? Se esforcem então!

Bom, se alguém estiver lendo o texto deve estar se perguntando por que eu escrevi mais um, afinal, já acabaram as aulas e as médias já foram fechadas, não é? Sim... sim, é verdade, mas esses dias fiquei pensando nesse ano de 2011, e entre uma série de pensamentos eu me lembrei dos nossos professores lindinhos que nos acompanharam durante todos esses longos meses. Então, decidi fazer uma homenagem a eles, porque com certeza agüentar a gente não deve ter sido fácil.
No geral, existem mais de mil poesias, ou músicas, que serviriam certinho para agradecer os nossos “profs”, mas chata do jeito que sou, prefiro escrever com as minhas próprias palavras. Não sei se sou boa na escrita, mas, não custa tentar, não é?

Alguns professores nós já conhecíamos de outros carnavais, e outros só nos foram apresentados este ano (para a sorte deles eu acho), mas logo, com apenas alguns meses de convívio parecia que já nos conhecíamos há anos, e assim formou a família 8ª A, a turma mais barulhenta, bagunceira e divertida. 

É claro que nem tudo é um mar de rosas, e às vezes o nosso barco afundava um pouco, mas ninguém sorri 24 horas por dia, não é mesmo? Sim, é claro que tinha dias que nós saíamos da sala de aula emburrados, chateados ou até com vontade de “matar” alguém (o que no geral ocorria depois de uns debates bem polêmicos de sociologia), mas também tinha dias que nós saíamos felizes, rindo, e com vontade de voltar pra aula no dia seguinte.
Talvez, essa tenha sido a graça dessa nossa nova família: cada dia acontecia alguma coisa nova, cada dia era uma surpresa. Nós, vinte e seis alunos, ganhamos mais seis amigos, ou padrinhos se preferirem dizer... para zoar, para contar piada, discutir, brigar, pedir conselhos, ou receber conselhos sem pedir (pois tinha uns que eram bem metidos mesmo haha)... Enfim, fazer tudo o que uma família faz.

Finalmente, nesse ano, essa turma se tornou unida. Bem unida. Unida até demais segundo alguns professores, já que nós exagerávamos nas conversas. Defeitinhos a parte, essa união nos fez bem. Tornou-nos amigos. Estávamos juntos nessa e em todas. Juntos para os trabalhos, juntos para estudar para as provas, juntos para chorar pelos jogos perdidos nas olimpíadas, juntos para cair na gargalhada enquanto aceitávamos que éramos péssimos nas olimpíadas e que íamos perder de qualquer jeito, juntos para deixar o queixo caído de tanta surpresa após ter ganhado as mesmas olimpíadas. 

Juntos para ter que aturar os “penso,logo existo!” e o “Cuidado, o que se vê pode não ser... será?” do Fernandinho; juntos para ganhar apelidos e mais apelidos do Dr. Zé Carlos que soltava o som sem medo de ser feliz; juntos para sermos as mitocôndrias, os nervos sensitivos, ou qualquer célula durante as explicações da Giselle, juntos para ouvir mais uma história da filha da Iara, a fofolete Iasmin, juntos para apontar dedo, rebater e discutir nos incríveis debates da Thereza Cristina, juntos para agüentar as duas horas de aulas faixas de português da Nara, juntos para fazer aqueles enormes e longos trabalhos de IC... Enfim, apesar de nas semanas finais a vontade de olhar pra cada rosto naquela sala era mínima, tenham a certeza que o carinho por cada um não diminuiu, e que esses dois últimos anos foram únicos e inesquecíveis, para eu e acho que para todo mundo.

Professores e professoras, em nome de toda turma, eu peço milhões de desculpas por termos conversado em sala de aula, feito bagunça, e literalmente “enchido o saco”. Às vezes nós tínhamos crises de choro, de brabeza, ou de pura chatice mesmo. Sei que muitas vezes a gente se revoltava e ficávamos enfezadinhos, mas tenho certeza absoluta que no ano que vem vamos morrer de saudades de cada um de vocês. 

Obrigada por tudo que vocês fizeram para a gente, desde ouvir um pequeno desabafo até dar um pontinho extra nas nossas médias. Vocês fizeram com que esse ano se tornasse único e com que o nosso Ensino Fundamental fechasse com chave de ouro. Parabéns por serem profissionais tão competentes e tão amigos.

Beijo no cérebro galera,

Vejo vocês do outro lado do corredor!!

Para sempre...


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!!!


                                                                                                                                     Camila Maia
 Então galerinha,

Estou aqui para falar um pouco sobre o Natal. E aproveitando esse clima, venho para me despedir do nosso querido blog. Apesar das não muitas postagens, por causa da falta de tempo e criatividade, achei uma ideia muito legal.  ;)
Vamos ao texto:

-> O Natal é comemorado no dia 25 de dezembro, quando celebramos o nascimento de Jesus Cristo (principalmente os cristãos). Junto com a tradição do Natal, vem o costume de montar uma árvore, a “história” do Papai Noel, a montagem do presépio, a ceia natalina, etc.
Infelizmente, atualmente nem todas as pessoas pensam assim. Já é comum em pensar no Natal apenas como um feriado, onde ganhamos presentes.
Então, cada costume tem seu significado no Natal, e vou falar um pouco sobre eles:

-> Árvore de Natal: Montar a árvore de natal é um costume que vem desde muitos anos, e que é comum em muitos países. As árvores decoram o ambiente, e ainda simbolizam alegria, paz, e esperança.


 -> Presépio: O presépio mostra o cenário onde Jesus nasceu (em uma manjedoura), os três Reis Magos, e seus pais: Maria e José. Quando passamos do dia 24 para 25, colocamos então, o menino Jesus em seu devido lugar no presépio.

-> Papai Noel ou São Nicolau: Representa a imagem de um bom velhinho, atualmente de roupa vermelha, gorducho, e de barba e cabelos brancos. Segundo a lenda contada para as crianças, o Papai Noel visita todas as crianças que foram “boas” durante o ano, na noite de natal. Além disso, deixa presentes para elas. O início de sua lenda, não sabemos ao certo.
Nos Estados Unidos, é chamado de Santa Claus, aqui no Brasil chamamos de Papai Noel e em Portugal, por exemplo, é chamado de Pai Natal.

-> Ceia Natalina: No Natal, preparamos uma ceia onde comemos e bebemos ao lado de nossos familiares, celebrando o Natal. Cada país tem em sua ceia de natal algumas peculiaridades, como por exemplo, na Rússia onde evitam a carne na ceia de Natal.
Ainda existem outras tradições sobre o Natal, mas pelo menos aqui no Brasil, essas são as principais.

Caro leitor, você gosta do Natal? Faz alguma coisa diferente?

Obrigada,
Beijos.


Fontes:

Créditos das imagens:

Compro, logo existo!...

Por Camila Maia
Oi gentee, tudo bem?

Então, faz tempo que não posto textos, mas hoje estou aqui para falar um pouco sobre o período do iluminismo, mas também da atualidade em que vivemos.

Por volta do século XVII, surgiam na Europa os primeiros pensamentos iluministas. Esses pensamento/ideias tinham como objetivo “iluminar” a sociedade da época, mudando seu jeito de pensar, e mostrando, dentre outras coisas, que nem sempre Deus servia como explicação para tudo.

Então, no século XVIII esse movimento se intensificou, influenciando na “Revolução Francesa” e outros movimentos sociais. Por causa dessa intensificação que ia ocorrendo, com a aceitação por parte da população, o século XVIII passou a ser conhecido como século das luzes.

Assim, foram se revelando os filósofos iluministas, que tentavam expor suas ideias para o resto da sociedade, entre eles: Montesquieu, Rousseau, Voltaire, Diderot...

Tendo isso por base, nosso professor de História (o Fernando) desafiou-nos num trabalho: Ao escolher um dos filósofos daquelas épocas, deveríamos fazer um audiovisual mostrando como ele analisaria a sociedade atual. Precisaríamos refletir sobre suas projeções de mundo, e analisar se estas são concretizadas atualmente em nossa sociedade.

O filósofo escolhido pelo meu grupo foi René Descartes (nascido na França, e considerado “fundador da filosofia moderna”), por um pensamento que nos chamou atenção: “Penso, logo existo”.


Nosso objetivo (meu, Carol Gómez e Júlia Juchem) era comparar esta frase (que pesava naquela época, procurando demonstrar que somente do ato de pensar é que o ser humano passava a existir) com outra que hoje em dia descreveria nossa sociedade: “Compro, logo existo”, afinal... Você existe sem que todos os dias compre alguma coisa?

No sistema em que vivemos (capitalista), é quase impossível não consumir, não comprar, porque se você não compra é classificado como fora do padrão, fora do sistema. Não é considerado “cidadão” da nossa sociedade.

Com essa ideia em mente, montamos o seguinte audiovisual:


E você, o que pensa de tudo isso? Acha certa essa ideia de “Compro, logo existo” na nossa sociedade atual?

Até mais,
Camila ;]


Fontes:

Créditos da imagem:

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Aprendendo Física

Por Júlia Carioni

Oi gente, venho hoje aqui em clima de despedida, a final o ano está acabando! Para fechar com chave de ouro, resolvi trazer uma amostra do que estávamos estudando na disciplina de Ciências (com a prof. Giselle): A física, matéria essa que estudaremos ano que vem com mais profundidade. Por isso a importância da leitura deste texto.

Aristóteles
Tudo começa quando um físico, Aristóteles, que afirmou que se dois corpos de massas diferentes fossem jogados de certa altura, o que possuísse maior massa tocaria o solo primeiro.

Ex: Se jogarmos uma pena e uma maçã do alto da Torre Eiffel, o objeto de maior peso, no caso a maçã, chegaria ao chão primeiro por conter uma massa mais elevada.



Galileu Galilei
Já o Italiano Galileu sugeriu que em um ambiente sem ar, dois corpos não importa a massa, caem ao mesmo tempo, sofrendo somente a força da gravidade.

Ex: Se retirarmos o ar do planeta terra, e lançarmos novamente a pena e a maçã da Torre Eiffel, os dois objetos cairiam ao mesmo tempo.

 O que possibilita o citado acima é a resistência do ar. 


 
Mas o que é a resistência do ar?
É a oposição que o ar faz diante dos movimentos:
 - Quanto maior a área do objeto, maior a resistência do ar sobre ele e menor a velocidade da queda.
- Quanto menor a área do objeto, menor a resistência do ar sobre ele e maior a velocidade da queda.

Vejamos agora alguns conceitos:

-  Queda livre: é a queda de corpos sem a resistência do ar, ou seja, no vácuo.

-  Força resultante: Para entendermos o que significa força resultante é necessário que a gente saiba o que é uma grandeza e os seus tipos. Grandeza é tudo o que pode ser medido, dentro dela tem a grandeza escalar que é, por exemplo, os 25 km, e a grandeza vetorial que necessita de um módulo uma direção e um sentido.

-  Inércia: Ou seja, a primeira lei de Newton, onde ele afirma que: Um corpo parado tende a ficar parado assim como um corpo em movimento tende a ficar em movimento. Por isso concluímos que inércia é uma força que não permite alterações no estado de movimento de um objeto.

- Força de atrito: Força que está presente na superfície dos corpos quando ocorre um movimento. Ex: se colocarmos uma borracha em uma superfície lisa ela cairá ao chão com mais facilidade, porém se colocarmos em uma superfície áspera a borracha cairá com mais dificuldade, isso por causa da força do atrito.
Então pessoal gostaram? Lembrando que esse texto pode ajudar aqueles que por alguma razão irão ficar em prova final! Vou me despedindo por aqui, com muita dor no coração e pretendo criar um blog nessas férias!

Beijãooo da Julinha.
Fonte:
Anotações do caderno de Ciências.

Harry Potter


Juliana Neves
Hey, galera! Tudo bem aí?
Então, hoje estou aqui, mais uma vez, para publicar mais um texto. E, dessa vez, publico a vocês uma resenha feita por mim na aula de Língua Portuguesa (com a prof. Nara), sobre uma das maiores séries de livros dos últimos 20 anos: Harry Potter. No começo, com o seu primeiro livro lançado em 1997, fez muito sucesso nos Estados Unidos e Reino Unido, logo se espalhando pelo mundo todo, e ganhando sua versão cinematográfica.
De todos os 7 livros, o que pessoalmente mais gosto, é o quarto livro: Harry Potter e o Cálice de Fogo. E, por isso, escolhi fazer uma resenha sobre este livro, comparando-o um pouco com o filme. Acredito que muitos dos fanáticos potterianos concordariam comigo que o quarto livro da série é o melhor.

 A escritora J. K. Rowling, muito famosa por sua autoria na saga de livros Harry Potter, nos surpreendeu com o quarto livro da série, lançado em 2001. E, assim como todos os outros livros de Harry Potter, ele ganhou a sua versão para os cinemas, que foi divulgada em 2006 e dirigida por Mike Newell.
A história inicia-se com a narração de um dos muitos sonhos de Harry (Daniel Radcliffe) relacionados com o poderoso “Lorde das trevas”, que estava retomando seu espaço no mundo da magia e que idealizava planos para o seu retorno. Porém, para que isso se tornasse concreto, Lord Voldemort (Ralph Fiennes, o “Lord das Trevas”) necessitaria do sangue de Harry e, em seguida, a sua morte. Então, primeiramente ele precisaria de servos que fizessem o trabalho difícil. Contudo, não eram apenas sonhos; tudo que o jovem Harry sonhou, com seus 14 anos, que ainda estudava no quarto ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts e agora se deparava com um importante torneio que estava por acontecer na mesma, estava acontecendo na realidade. E ele não sabia disso.
Rowling foi bem detalhista ao narrar a história do livro; contou sobre cada dia, cada acontecimento anormal, cada briga que ocorria entre os melhores amigos de Harry, Rony Weasley e Hermione Granger, interpretados por Rupert Grint e Emma Watson, respectivamente, cada carta preocupada de seu padrinho perguntando-lhe sobre o que anda acontecendo, todo o processo de como Harry Potter entrou para o Torneio Tribruxo e de como superou cada tarefa e desafio do mesmo... Muitos desdobramentos são feitos durante as muitas páginas do livro que, apesar de extenso, é empolgante e, ao mesmo tempo, misterioso (pois outros questionamentos são feitos, e as respostas só são reveladas nos livros seguintes). Sua linguagem é um tanto culta, mas nada que dificulte a compreensão da história, e a presença de palavras mágicas (como grindylow, Avada Kedavra, quadribol, Lumos, etc.) faz o leitor se sentir ainda mais na vida dos bruxos.
E, no filme, o diretor Mike Newell procurou ser fiel ao livro, porém falando e focando mais nas incríveis tarefas do Torneio Tribruxo junto com a performance de Harry, além de mostrar bem as sutis pistas do plano de Voldemort e de sua conclusão.
Juntando os dois (filme e livro) a história de “Harry Potter e o Cálice de Fogo” pode ser considerada uma junção de gêneros, ou seja, há ação, aventura, drama, ficção, suspense... Simplesmente brilhante!”
Outubro de 2011
Espero que tenham gostado, e que isso os ajude a conhecer um pouco mais sobre o livro e o filme (para os que não viram, nem leram). Mas... ainda fico curiosa: o que acharam? Já leram o livro, ou já viram o filme? É um fã de HP também? Comente!
Beeijos
Crédito das imagens:
Daniel Radcliffe:http://imagens.us/atores/daniel-radcliffe/ acesso em 27.nov.2011.